Quinta-feira, Julho 13, 2006

 

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http://acausahumana.civiblog.org

Sexta-feira, Junho 09, 2006

 

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O [em nome próprio ] a partir de agora mora aqui.
Obrigado a todos.

Quarta-feira, Junho 07, 2006

 

Untermenschen II

Os nossos símbolos
[fonte: Frente Nacional de Portugal]

As nossas negras bandeiras, porque as utilizamos?
Antes de tudo, o que mais interessa é cada um de nós ter bem presente, dentro de si, que utilizamos bandeiras negras em actividades que realizamos pois são o reflexo do nosso sentimento para com o que se passa na nossa Nação e com o nosso Povo neste momento! Estamos de luto!!!
E porque é que estamos de luto? Bom, antes de mais porque nem sempre tudo é a feijões em Portugal e, por isso, não estamos meramente «chateados» ou «incomodados» (como tantos Portugueses ficam perante tantas injustiças) nem encolhemos os ombros perante o que se passa na nossa Nação em tantas e diferentes áreas.
Estamos, sim, profundamente revoltados e, por isso, estamos de luto!!! As, e infelizmente, muitas razões poderão talvez organizar-se em três grandes grupos, naturalmente com muitas interligações:


Porque a nossa Nação está a apodrecer e a morrer lentamente!!!
Cada vez mais empresas encerram as portas, mais e mais desemprego, os nossos agricultores são subsidiados para nada fazer, continuamos a ter políticos corruptos, incompetentes e traidores dos interesses de Portugal, lóbis homossexuais que ganham cada vez mais força em várias áreas da sociedade, cada vez mais Portugueses (incluindo muitos «cérebros») vão para o estrangeiro viver e trabalhar.
Pois... o discursozito pseudo-político/moral do costume. A Nação apodrece e morre por causa dos políticos democratas e europeus e dos paneleiros que fazem com que cérebros fujam...
Os cérebros fogem é da cacetice cega e cobarde de bebedeiras de braço em riste e da miserável condição "orgulhosamente só" tão querida a estes "ideólogos".

O elemento fulcral da identidade de uma Nação está a desaparecer, o nosso Povo!
Alguns motivos: A invasão de imigrantes continua, a mensagem difundida pelos media de que «a multiculturalidade é uma coisa boa» intensifica-se, a NOSSA taxa de natalidade é muito reduzida ao contrário das milhares de famílias de imigrantes que continuam a chegar ao nosso país.
Eles estão a tomar conta disto! Chegam cá e reproduzem-se!
Comece-se, desde já, a esterelizá-los à chegada, depois tratemos de os colocar em guettos e, finalmente, com a devida logística concertada, pensemos numa solução final.

Porque os Nacionalistas e os Revisionistas continuam a ser perseguidos por toda a Europa, por todo o mundo Ocidental, e também já cá em Portugal. São pressionados com processos atrás de processos, levados a tribunal e quase sempre condenados, apenas porque expõem pacificamente e democraticamente as suas opiniões, ao contrário dos «jovens» em França, em Portugal e outros Países, muito ao contrário dos tiros na nuca executados pelo grupo terrorista de extrema-esquerda FP 25 de Abril...aministiados pelo Mário Soares.
Pois é, coitadinhos... perseguidos.
Perseguidos como um preto que foge no Bairro Alto ou um "comuna" que não merece viver.
Perseguidos como um ucraniano numa estação de comboio ou um indiano à saída do restaurante.
Perseguidos como um chinês à volta para casa para umas horas de sono ou como um brasileiro à saída de casa.
As FP25 o que fazem aqui? Querem comparar-se-lhes? Armas já as têm...

Finalmente, e esta será talvez uma razão mais global, que se prende com a nossa concepção do mundo, utilizamos as bandeiras negras em sinal de luto, pela própria definição de luto pesado: «o luto que se guarda por um parente próximo, nos primeiros tempos, usando traje completamente negro» (Dicionário Texto Editora).

Para nós, Nacionalistas e activistas da FN, esta definição encaixa extraordinariamente bem! Ao contrário dos políticos e de quaisquer outras ideologias, olhamos para o nosso Povo como a nossa família («parente próximo») e para Portugal como a nossa Casa!
Somos todos Família... mas, por favor, vamos comer cada qual em sua casa... está bem?

Terça-feira, Junho 06, 2006

 

O que Eles dizem de Mim (a culpa é do Jigoku)

messy, outgoing, open, self revealing, ambivalent about chaos, unpredictable, not good at saving money, social, likes large parties, likes to stand out, risk taker, quick to make friends, does not like to be alone, rash, fame seeking, sarcastic, craves attention, social chameleon, low self control, food lover, not rule conscious, weird, assertive, not a perfectionist, anti-authority, thrill seeker, vain, likes to fit in, reckless, emotionally sensitive, leisurely, trusting
Advanced Global Personality Test Results
Take Free Advanced Global Personality Test
personality tests by similarminds.com

Quinta-feira, Maio 18, 2006

 

A Brincar, a Brincar...

A conceituada revista Nature publicou um estudo recente de uma equipa de Harvard liderada por David Reich onde se fala de macacos e homens, desta vez sob uma perspectiva completamente diferente.
Esta equipa, em posse dos genomas do homem (Homo Sapiens) e do chimpanzé (Pan troglodytes), optou por efectuar uma procura das variações com significado evolutivo ao longo das duas sequências em vez da habitual média de diferenças.
Sabemos que os caminhos entre os dois primatas se separaram há 6.3 milhões de anos. No entanto, o estudo aponta para que estes se tenham cruzado novamente há cerca de 5.4 milhões de anos. Quem o diz é o cromossoma X, por exemplo, que por causas que me escapam completamente à compreensão – bem como as suas implicações – é mais parecido entre os dois genomas que outra coisa qualquer.
Ao que parece, uma espécie pode cruzar-se com outra enquanto as fêmeas estiverem a tal receptivas.
Estão a ver, não? Era o desgraçado do Homo Sapiens a sair para o trabalho e a Mulher Sapiens a meter um Pan Troglodytes em casa… e a dar a respectiva trogdolitada.
Ao que parece, a coisa não seria não anormal como isso, nesses tempos: os homens e os hominídeos não eram tão distintos uns dos outros como isso (o que devia ser uma alegria para as mulheres, só gajos lindos…) e andavam todos a cheirar-se uns aos outros.

Daqui a outra questão é um salto.
O processo evolutivo que nos transformou naquilo que nós somos, uma máquina infernal capaz de pensar mais e mais rápido que qualquer outro ser vivo conhecido, contou com estas “escapadelas” com macacos.
Isto é, pergunto eu o que somos?
A minha pergunta dirige-se especialmente àqueles que teimam nas teorias das raças, que teimam em afirmarem-se arianos, caucasianos, negros, amarelos e gostam de ver a raça humana toda convenientemente arrumadinha em prateleiras sem misturas uns com os outros. Nada de miscigenações, tais não são “naturais” e arrogam-se até a presentear-nos com coisas neo-darwinistas como se conseguissem provar algo.

Pergunto outra vez: afinal, o que somos?
E esta é uma pergunta feita com um sorriso brincalhão: é que, como se diz, a brincar a brincar é que o macaco comeu o Homo Sapiens…

Quarta-feira, Maio 17, 2006

 

A Questounhe da Purnouncea e das Seilabas

1 – Faço diariamente 35 quilómetros em aproximadamente 1 hora e 15 minutos, logo pela manhã. Ainda assim, chego ao meu gabinete em Gaia por volta das 08:30h, sendo a minha hora de entrada às 09:00h.
2 – Quando trabalho no gabinete em Sintra, chego lá, ido de Gaia, por volta das 08:30h, sendo a minha hora de entrada às 09:00h.
3 – Nos dois casos faço, respectivamente a VCI no Porto e a IC19 de Queluz.
4 – No último caso sou, invariavelmente, a segunda pessoa a aparecer no trabalho, chegando as restantes por volta das 09:30h, atrasadas 30 minutos por causa do trânsito.

5 – No Norte, brincamos com a nossa pronúncia, exageramo-la em algumas situações e isso tem alguma piada. No Sul, também o fazem, com a nossa pronúncia.
6 – Sou de Matosinhos, um dos últimos “matosinhenses originais”, com pedigree de à beira mar. Os “matosinhenses originais” não têm a mesma pronúncia dos “tripeiros originais” (que também já são poucos).



“É a pronúncia do Norte, correm os rios para o mar” diz a canção.
Nunca fui dado a muitas considerações acerca do assunto mas uma situação recente convida-me a pensar um pouco no porquê das coisas com esta relacionada.
Sou de Matosinhos e fui muito jovem, com 15 anos de idade apenas, trabalhar para o Porto. A minha pronúncia, diferente dos naturais dessa cidade, fazia com que, na melhor das hipóteses me alcunhassem de “matusínhus” e, na pior, de “mouro”, esta última alcunha dita da forma como só um tripeiro pode pronunciar a palavra: alongando aquele “ou” com algum desdém incontido, dizendo uma espécie de “maouro”, assim, a meio sorriso.
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A coisa nunca me provocou muita confusão e, passados anos de convivência, acabei por adquirir parte da pronúncia característica que distingue essa gente. Devo dizer que actualmente não faço distinção fonética entre “v” e “b”, simplesmente por orgulho.
Mas o engraçado da questão é a forma como as gentes do Porto e do Norte são constantemente caricaturadas pela forma como falam. É de ver o esforço aplicado por humoristas, pseudo-humoristas e coisas radiotelevisivas diversas na tentativa de imitação do sotaque nortenho. E deprimente também. Tão deprimente como um francês a falar inglês ou vice-versa ou, pior ainda, como um brasileiro a imitar português.
É certo que por cá menina é dito “meneina”, é certo que por cá razão é dito “razounhe”. Mas também é certo que são estas, entre outras coisas, a marca de água da gente do Norte. Que o diga, mais a Norte, Miguel Torga, por exemplo.
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Nós brincamos com isso, também. Não brincamos, por exemplo, com a palavra treze, dita “treuze” pelos alfacinhas, não brincamos com “atão”, entre outras: essa é, definitivamente, a pronúncia correcta, a pronúncia oficial, à semelhança dos britânicos essa é a “pronúncia RTP”.
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Oitocentos quilómetros de comprido e dois arquipélagos com tantas e tão diferentes pronúncias e variantes linguísticas são uma riqueza.
Lamentavelmente não existem profissionais de locução com pronúncia diferente da instituída.



Se eu ligar às 10:00h para o escritório da Empresa onde trabalho em Sintra provavelmente não irei ter resposta.
As pessoas chegam atrasadas por causa do trânsito, andam stressadas, e chegadas ao local de trabalho, tratam de descomprimir visitando e cumprimentando todos os colegas de trabalho, actualizando ao mesmo tempo as crónicas do dia passado acerca dos futebóis, políticas, etc.
A seguir tomam café.
Isto é uma verdade.
As entidades com quem nos relacionamos, tendo um assunto de extrema urgência, preferem ligar para dependências localizadas no Porto.
Isto é uma verdade.
Tenho falado com outras pessoas de outras empresas e a coisa é a mesma.
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O centro de decisão do País fica por essas bandas, as da grande Lisboa. Apesar disso, o que acontece é não se decidir nada.
Experimentemos ligar para o escritório da minha Empresa:
Ligação, 15 segundos de espera
Cumprimentos iniciais, 15 segundos de espera
Conversa sobre o tempo, 30 segundos de espera
Conversa sobre o futebol, 30 segundos de espera
Conversa sobre o assunto, o tempo necessário para ser dito que, mal haja tempo, irá ser estudado o assunto.
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Por estas bandas a coisa é diferente.
A falta de recursos, a distância do centro de decisão, a disciplina implacável a que a maioria dos trabalhadores estão sujeitos não permitem demoras.
Também não permitem atrasos.
Se passarem na VCI por volta das 08:30h, já poucos engarrafamentos há – a maioria das pessoas entra entre as 08:00h e as 09:00h e, por isso, já estarão no trabalho ou no café em frente.
Experimentem, vão ver que é verdade.



É, na realidade, um assunto vasto e não tenho tempo nem pachorra para escrever muito sobre ele.
É-me dado, no entanto, a crer que tudo isto tem realmente a ver com pronúncia.
É que, cá pelo Norte, a palavra pão tem duas sílabas: “poun-nhe”.
Custa mais a dizer, custa mais a ganhar.

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